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Runtime: 43'40''

«As your mind gently awakes to the sound of the morning buzzer, as you stretch your arms and clear your throat, a newborn day enters through the cracks of the window, paving the way for our conscious premonition of the future that is about to happen. This is the panorama for any ordinary day.
This album opens with a soft voice whispering a wake-up call in your ear, but it quickly turns into a disturbing landscape, obliging you to open your eyes and acknowledge the fact that there is a life to carry through another day. The monotonous sound of routine reappears as you leave home, balancing through the streets and roads in a desperate hurry to get to nothing dissimilar to yesterday.
It is life in all its extent that is expressed in the mindtripping sounds of Landfill’s first recording. The tone is definitely a post-rock one, with clear Barrett-esque influences, space-rock with its feet on the ground, contradictions and moodswinging atmospheres that allure you to reflection or abstraction, love and hate or everything else you might feel or not.
Cowboys and factory workers dancing in the streets of a long-gone country, as Iceland meets South America and China – this is the soundtrack to any kind of living person in its most absurd and realistic form. The odyssey is not a pretentious one, it leads you only to everything you know, as your knowledge is always limited to everything you conceive as real or imaginary, and the definition of both – and dream...
With old-age keyboards floating on the back of our minds, the voices mumble unintelligible words as the guitars grow into the foreseeable chaos of the end of any given day. There is no illusion to follow, this is a dream as cruel as reality, with roads leading to wrong places, with obstacles around every single bend, and the wind whistling in every direction, assuring you that there is no right path to follow.
Banda Sonora Para Um Dia Normal (Soundtrack to an Ordinary Day) and Vida Constante (Constant Life) – a voyage into the subconscious states of the mind, into happiness and melancholy, rage and reason.
Mais Um Dia Igual (Another Similar Day) is a review of the day that is about to end, with its ups and downs, in and outs, or the lack of any of them.
As pragmatic and absurd as life can be, the journey is granted, whether you like it or not, for life is yours to decide, but only in small amounts.» - António Correia

Downloads:

01 • Banda sonora para um dia normal ......................................... pt us
[23'01'' • 26,1Mb • VBR]
02 • Vida constante ........................................................................ pt us
[15'18'' • 22,4Mb • VBR]
03 • Mais um dia igual ................................................................... pt us
[5'21'' • 5,22Mb • VBR]
  • artwork ................................................................................... pt us
[PDF-Zip • 1,94Mb]
  • all tracks + artwork ................................................................ pt us
  [Zip • 55,3Mb]

Reviews:

«Muito bom! Som inovador e muito agradável aos meus ouvidos já muito cansados dos repetitivos "hits" pró-comerciais que inundam o mercado nacional e estrangeiro. Não tenho conhecimentos técnicos de música nem estou ligado ao meio, por isso só posso dizer: gostei muito! Alguém que aposte neste miúdo!!»
- Fernando Correia [EARLabs] / June 12, 2007

«Hey, found this thru the band's myspace. Is this pinkfloyd-related or what? If only roger and dave could still sound as good as this! Kickass. Gonna check this label from now on.»
- Steveh [EARLabs] / January 23, 2007

«Como dizem os linda martini, 'é sempre bom suar em português!' Este projecto tem futuro. Abraço.»
- Noisemaker [EARLabs] / November 22, 2006

«(...) Landfill é, talvez, o primeiro álbum de uma netlabel que vale a pena, dos que já ouvi este ano. Uma peça complexa, com uma composição caótica, muito ao jeito da música erudita contemporânea, mas com um toque de pós-modernismo. Melancólico mas não deprimente, viajante mas com bastante sobriedade. Um trabalho que vale a pena, que espero encontrar daqui a uns meses à venda, talvez com um artwork mais elaborado que este, demasiado simplista para o conteúdo da obra. Quanto às netlabels, que continuem a lançar discos, de vez em quando há um que vale a pena!»
- João Carlos M. Ferreira [EARLabs] / November 7, 2006

«Landfill swims in the foreign seas of our discontentment, trying to reach a shore, regardless of boundaries or limits. A great trip indeed!»
- Mike Davies [EARLabs] / October 31, 2006

«A Test Tube, netlabel nacional de pendor mais experimentalista, acaba de lançar um EP de Landfill, “Panorama de uma vida normal”, que mostra momentos de muito talento onde a harmonia se cruza com instantes mais derivativos de um rock ambiental conferindo efectivas emoções cinematográficas. É o caso do tema que dá o nome ao EP, “Banda sonora para um dia normal” que durante 23 minutos navega por diversas sonoridades (parece-me que “Banda sonora para um dia normal” é um tema semelhante a “Echoes” dos Pink Floyd onde se agregaram vários temas diferentes) surgindo diversos estados de espírito, mas onde uma melancolia é sempre presente. Daniel Catarino (Landfill) apresenta ainda “Vida constante” (com uma evolução emocional interessante: calma no início e raivosa no final) e “Mais um dia igual” mostrando a sua voz, incrivelmente parecida com a de Manel Cruz, vocalista dos Ornatos violeta, diga-se de passagem. Após 53 lançamentos ecléticos, a Test Tube marca mais uma posição com um artista que vai beber no rock algum do seu trabalho e onde, apesar de não ser imediato, este disco é quase de imediata afinidade tal não é a qualidade das melodias apresentadas durante este 43 minutos. A Landfill, por seu lado, é de prestar toda a atenção. A filosofia copy-paste associada a uma grande capacidade criativa e de execução de instrumentos permitiu-lhe construir um EP muito bonito e que, não desdenhando o trabalho da Test Tube, mereceria uma edição em “carne e osso”, vulgo, rodela de CD.»
- Work Buy Consume Die [EARLabs] / October 26, 2006

«Musique spatiale et lancinante. L'album de Landfill débute ainsi, comme posant le décor. Une vaste plaine entourée de monts escarpés. Quelques bribes de voix ("Sex"?) et puis là, grand malheur!, arrivée presque trop belle d'ambiance World à la Conquest of Paradise de qui vous savez... Visuellement, c'est pour le moment assez difficile à suivre, empreint de bouts de choses, de clins d'oeil, d'allusions. L'image de la plaine revient au galop avec un passage très cow-boy du futur, vissé sur un clavier numérique et quelques cordes d'un manche de guitare. Le cow-boy s'enterre de lui-même, rattrapé in-extremis par une basse très aérienne (Air), subtilement massacrée par un arpège de guitare, certes lointain, mais bon... L'orgue veille au grain. Tout pareil, ce passage s'estompe aussi rapidement qu'il est apparu. Landfill, comme je pense le comprendre à la lecture du titre de l'album, présente un panorama d'une vie ordinaire. Pas de tromperie sur la marchandise, alors. C'est dommage, finalement, car le moment music-box est plutôt attachant, rythmé d'une mélodie toute mignonne. Mais, il se fait bouffer par un souffle étranglé. Séparé de la grâce, ce moment de souffle pouvait néanmoins vivre de sa belle vie. Là, je ne sais pas trop. Et... Il ne s'agit toujours que du premier morceau. Alors, peut-être faut-il attendre la suite, à moins de décrocher et de zapper. C'est toujours le problème avec ces longues "partitions" qui racontent une histoire. On se perd d'un rien.»
- LaFresto / October 25, 2006

«Poucas palavras, para um álbum de extraordinária criatividade. Um trabalho que deixa transparecer uma cultura e talento musical de excepção, que está ao alcance de poucos. É certo que é um álbum nada comercial e que passa ao lado da esmagadora maioria dos habituais ouvintes musicais, mas que sem dúvida alguma merece edição num formato físico de forma a obter a notoriedade que merece! Em resumo, muito bom, consegui-me transportar para uma outra realidade, claramente, a realidade vista num panorama de uma vida normal.»
- João Bernardino [EARLabs] / October 23, 2006

«"Panorama de uma vida normal" é uma proposta interessante - muito interessante. Uma proposta feita de momentos do quotidiano - altos e baixos, agitados e melancólicos; sim, é uma obra quotidiana. Em "Panorama de uma vida normal", Landfill (a.k.a. Daniel Catarino) reflecte sonoramente sobre a normalidade - ou não - daqueles dias que fazem questão em nascer uns atrás dos outros - sem falhas, sem sobressaltos. "Banda sonora para um dia", "Vida constante" e "Mais um dia igual" (as 3 fases desta existência), são isso mesmo, um trabalho perfeito de copy/paste feito de sons e palavras nascidas do tempo, vindas da cidade, recordadas do mundo, da vida, dos homens e das mulheres. São sons articulados de uma vida normal; obra ambiental, urbana, feita de paisagens tão complexas e ambíguas como a nossa existência - numa vida normal. Excelente!»
- Rui Dinis [A Trompa] / October 21, 2006

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cover:
©2006 Daniel Catarino
©2006 aeriola::behaviour
music:
©2006 Daniel Catarino
©2006 test tube


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